Capital

Revitalização da antiga rodoviária segue empacada e nova data é até fim do ano

Conclusão da obra está sendo adiada desde junho de 2023

Por Izabela Cavalcanti | 09/06/2025 12:07
Revitalização da antiga rodoviária segue empacada e nova data é até fim do ano
Tapumes ao entorno da obra de revitalização da antiga rodoviária de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami)

A conclusão da obra de revitalização da antiga rodoviária de Campo Grande foi adiada mais uma vez. Agora, a nova data está prevista para até o fim deste ano.

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O valor da obra é de R$ 16,5 milhões, sendo R$ 15,3 milhões do Ministério do Desenvolvimento Regional e R$ 1,2 milhão aplicado pela Prefeitura de Campo Grande. Segundo a Sisep (Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos), até o momento 44% da obra está concluída.

A revitalização do Terminal Rodoviário Heitor Eduardo Laburu teve início em julho de 2022, e a previsão inicial de entrega era 26 de junho de 2023. Depois passou para o final de 2024, e em seguida para junho deste ano.

Em 2023, a obra chegou à data prevista de entrega com apenas 9% de avanço, o que provocou o primeiro adiamento. 

Ainda de acordo com a Sisep, os atrasos foram por conta da reprogramação da obra. Na fase da fundação, por exemplo, foi necessário fazer readequação, pois o tipo de equipamento previsto não dava para ser usado no local.

O espaço está localizado no quadrilátero das ruas Dom Aquino, Barão do Rio Branco, Vasconcelos Fernandes e Joaquim Nabuco. Após a obra, o prédio deve abrigar a Sesdes (Secretaria Especial de Segurança e Defesa Social) e a Funsat (Fundação Social do Trabalho). 

Obra em andamento na parte de dentro da antiga rodoviária de Campo Grande (Foto: Henrique Kawaminami)

A revitalização abrange as áreas públicas nos dois pisos do prédio, que somam 5,1 mil metros quadrados e a construção de 1.070,28 m², em dois andares.

A antiga rodoviária de Campo Grande já teve vários projetos, desde que foi desativada no dia 31 de janeiro de 2010. O empreendimento foi construído na década de 1970.

Depois de desativado, o espaço foi requisitado pelas universidades, mas os projetos não saíram do papel. Na época, as propostas também incluíram a instalação de uma incubadora, um restaurante popular e prédio do Tribunal de Justiça.

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