Motorista enfrenta 20 km com para-brisa tomado por cupins na BR-262
Vídeo enviado ao Direto das Ruas mostra insetos cobrindo o vidro e dificultando a visibilidade na rodovia
Uma nuvem de cupins tomou o para-brisa de um carro que trafegava pela BR-262, entre Aquidauana e Dois Irmãos do Buriti, prejudicando a visibilidade do motorista. O condutor registrou a cena em vídeo e, surpreso com a quantidade de insetos, comentou: “Nunca vi esse tanto de cupim”.
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Um motorista registrou em vídeo o para-brisa do carro tomado por cupins na BR-262, entre Aquidauana e Dois Irmãos do Buriti, em Mato Grosso do Sul. Ele relatou ter enfrentado 20 quilômetros com os insetos colados ao vidro, e o limpador não restabeleceu a visibilidade. Outros condutores contaram que precisaram parar em postos para limpar os vidros. Especialistas explicam que os cupins-de-montículo são atraídos pela luz, fenômeno chamado fototatismo positivo, e a presença de pastos na região favorece a ocorrência.
O vídeo foi enviado ao Campo Grande News pelo canal Direto das Ruas. O motorista relata ter enfrentado cerca de 20 quilômetros com os insetos grudados no para-brisa. Mesmo acionando o limpador, a visibilidade permanecia baixa. Outros condutores relataram nas redes sociais que precisaram parar em postos ao longo da rodovia para limpar os vidros dos veículos.
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Situações como essa exigem cautela e atenção redobrada dos motoristas, já que o uso do limpador de para-brisa pode espalhar ainda mais a sujeira pelo vidro, comprometendo a visibilidade da estrada.
Apesar dos transtornos que podem causar nas rodovias, a presença desses insetos é comum em regiões com grandes áreas de pastagem. Os cupins vistos nessas situações são conhecidos como cupins-de-montículo, aqueles que formam suas colônias em montes de terra.
Os cupins podem ser atraídos pela luz dos faróis dos veículos. Ao se aproximarem, os insetos ficam desorientados e passam a voar em círculos ao redor da fonte luminosa. Esse comportamento é chamado de fototatismo positivo, movimento natural de organismos em direção à luz.
(Com supervisão de Guilherme Cavalcante)