Pra Não Esquecer

O ciúme e o controle por trás da morte de Terezinha, esfaqueada pelo marido

Foi o 16º caso de feminicídio este ano em MS e ocorreu em julho, na Vila Bandeirantes, na Capital

Por Silvia Frias | 23/10/2026 06:38
O ciúme e o controle por trás da morte de Terezinha, esfaqueada pelo marido

Quando a viatura da Polícia Militar e a ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) pararam na porta da casa de Terezinha Nantes de Arruda, a vizinhança achou que se tratava de um roubo. Mas se tratava do 16º caso de feminicídio ocorrido no dia 27 de julho deste ano, em Mato Grosso do Sul.

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Para os vizinhos, parecia uma relação feliz. O casal criou dois filhos e ela ainda cuidava da neta, de 9 anos, enquanto o filho e a nora trabalhavam. Mas Terezinha vivia uma relação marcada pelo ciúme e pelo controle: o marido, Joel Escocio Carvalho, a matou aos 54 anos e tirou a própria vida em seguida.

Este é um caso que se enquadra no feminicídio, conceito criado em 1976 e que hoje dá nome a crime que ainda é questionado em debates políticos e nas redes sociais. A história da Terezinha e importância dessa tipificação são o tema de mais um episódio do podcast Pra Não Esquecer.

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