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Ampliação de carceragem na Capital vira piada interna

Gabriel Neris, Kamila Alcântara Maristela Brunetto e Marta Ferreira de Jesus | 22/10/2026 05:00
Ampliação de carceragem na Capital vira piada interna
Fachada da 3ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande (Foto: Arquivo/Campo Grande News)

Piada interna - A necessidade de ampliar a carceragem da 3ª Delegacia de Polícia Civil, onde ficam policiais presos por suspeita de crimes, virou uma espécie de piada interna em conversas particulares no WhatsApp. O motivo são comentários sobre colegas que estariam prestes a ser desmascarados por acobertar criminosos, em vez de combatê-los. Nas conversas, são citados investigadores e delegados, embora as suspeitas não tenham confirmação oficial.

Casa nova - O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) ganhou mais um endereço em Brasília (DF). Desta vez, dividindo espaço com os Ministérios Públicos de Mato Grosso e Goiás. A nova sede, inaugurada na terça-feira (20), fica na Asa Sul e servirá para acompanhar processos nos tribunais superiores e assuntos de interesse das três instituições no Congresso Nacional.

Comitiva - A inauguração levou um grupo de peso do MPMS à Capital Federal. Além do procurador-geral de Justiça, Romão Avila Milhan Junior, participaram 3 procuradores-gerais adjuntos, 4 procuradores de Justiça e 10 promotores. O MPMS já mantém outro escritório em Brasília desde 2021, no Setor de Administração Federal Sul. Ministérios Públicos de outros 6 estados compartilham o espaço e dividem as despesas de instalação e manutenção.

De olho no Parque - Ex-chefe da Divisão de Políticas Específicas de Educação da Semed (Secretaria Municipal de Educação) e liderança do movimento negro, Felipe Augusto da Costa Souza se colocou à disposição para novos desafios na gestão pública. Com currículo na educação e trânsito político, o nome pode entrar no radar do Governo de Mato Grosso do Sul. Resta saber se há cadeira disponível ou se será mais um na fila dos que estão prontos para servir.

Fiscalização extra - A quantidade de obras em curso no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul exigiu a criação de uma comissão extra para dar apoio à fiscalização dos trabalhos. O grupo foi criado pela Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos), braço do Governo do Estado responsável pelo setor de obras. 

Lista de obras - O grupo de cinco servidores da Agesul vai participar da fiscalização das reformas nos elevadores, reservatório de água, enfermaria e UTI pediátricas, além da fachada e das instalações de climatização. A medida não substitui o trabalho dos fiscais já designados como responsáveis pelos contratos. No serviço público, cada avanço de uma obra precisa ser confirmado pela fiscalização para justificar o pagamento.

Na mira - Além de acompanhar o andamento das reformas, a nova comissão terá de identificar problemas na execução dos serviços e apontar eventuais responsabilidades das empresas contratadas. A portaria, publicada nesta quarta-feira (21), prevê reuniões mensais e a elaboração de planos de ação sempre que houver atrasos nas obras.

Prevenção interna - A PGE (Procuradoria-Geral do Estado de Mato Grosso do Sul) instituiu um programa para prevenir, detectar e corrigir corrupção, fraudes e desvios éticos. A resolução assinada pelo procurador-geral Márcio André Batista de Arruda prevê um plano de ações para 2027 e 2028. As regras alcançam servidores, fornecedores, prestadores de serviços e parceiros da instituição. A direção deverá garantir pessoal, estrutura e recursos para executar o programa, mas o texto não estabelece valores.

De olho na gestão - A Polícia Civil criou um comitê para preparar a instituição para uma avaliação externa de sua organização, planejamento e uso de recursos. O objetivo é conquistar uma certificação do governo federal que reconhece o nível de desenvolvimento da gestão pública. Presidido por Elaine Cristina Ishiki Benicasa, o grupo reúne oito integrantes de diferentes áreas da corporação e ficará responsável por reunir documentos e informações para a análise.

Dados protegidos - A Ageprev (Agência de Previdência Social de Mato Grosso do Sul) estabeleceu regras para proteger informações e recuperar seus sistemas em caso de panes, ataques digitais ou perda de arquivos. A política prevê revisão dos acessos a cada três meses e testes mensais para conferir se as cópias de segurança funcionam. Para aposentados, pensionistas e servidores, o objetivo é reduzir o risco de exposição de dados e interrupção dos serviços.

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