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Maioria é a favor do SUS liberar canetas emagrecedoras para tratar obesidade

Deputado propõe lei que garante acesso a estes medicamentos a pacientes em estado mórbido

Por Raíssa Rojas | 23/09/2025 08:02
Maioria é a favor do SUS liberar canetas emagrecedoras para tratar obesidade
Canetas para aplicação do Ozempic (semaglutida), usada em pacientes com diabetes tipo 2 e, agora, nos casos de obesidade (Foto: Reprodução)

A maioria dos leitores concorda que o SUS (Sistema Único de Saúde) deve liberar canetas emagrecedoras para tratar a obesidade grave, totalizando 58%. Já 29% acreditam que a liberação deve ocorrer apenas com critérios, e 13% são contra essa liberação. As interações nas redes sociais do jornal demonstram que os leitores compreendem a gravidade da doença, porém não acreditam no funcionamento prático dessa liberação pelo SUS.

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O tratamento da obesidade pelo SUS envolve grupos multidisciplinares nas unidades de saúde de atenção primária e especializada, conforme as diretrizes da Rede de Atenção às Pessoas com Condições Crônicas.

Entre os leitores que participaram da enquete, Carol Rebouças deixou sua justificativa nas redes. “Sim… obesidade é doença e doença se trata com medicação também. Mas precisa de uma equipe multidisciplinar e responsabilidade, assim como é feito na cirurgia bariátrica”.

Recentemente, foi apresentado na sessão plenária o Projeto de Lei nº 243/2025, que garante a pacientes com obesidade mórbida o acesso a medicamentos industrializados, conhecidos como “canetas emagrecedoras”. Na visão da leitora Sandra Fontana Fis, é uma realidade distante. “Não está tendo nem dipirona, imagina as canetas para emagrecer”, opina.

Apesar do voto da maioria ser favorável, as justificativas encontradas nas redes sociais apontam que a distribuição não seria igualitária, como a de Souza S. Andreia: “Não acho que chegará a quem realmente precisa; já faltam tantos remédios”, comenta.

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