Direto das Ruas

Motoristas ignoram faixa amarela em dia de feira na Orla Morena

Leitor relata risco de acidentes e dificuldade para trafegar pela Avenida Noroeste nas noites de quinta-feira

Por Mileny Barros | 13/03/2026 10:39


RESUMO

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Motoristas que passam pela Avenida Noroeste, na região da Orla Morena, em Campo Grande, relatam dificuldades para trafegar durante a feira realizada todas as quintas-feiras no local. Segundo um leitor, veículos estacionados em locais proibidos e nos dois lados da via têm reduzido o espaço para circulação e aumentado o risco de acidentes.

O mecânico Bruno Moura, de 28 anos, que trabalha nas proximidades e utiliza a avenida como rota para casa, afirma que a situação tem piorado, principalmente no período da noite, quando o movimento da feira começa.

Apesar de dizer que aprecia o evento, ele reclama da forma como alguns motoristas têm estacionado no local. “Gosto muito dessas feiras, porém está ficando difícil. O povo para dos dois lados. Se desviar de um buraco bate em um carro. Dá pra ver claramente as faixas amarelas e placas de proibido”, relata.

De acordo com o Contran (Conselho Nacional de Trânsito), no Brasil, o meio-fio pintado de amarelo indica que não é permitido estacionar naquele trecho da via. Em alguns casos, também não é permitido nem parar, dependendo da sinalização complementar, sendo considerada uma infração média e podendo gerar multas. 

Em um dos casos recentes, ele afirma que quase se envolveu em um acidente quando um motorista abriu a porta do carro sem verificar se havia veículos passando. E ainda reforça que, no início, apenas alguns veículos paravam de forma irregular, mas a situação teria aumentado com o tempo. “Começou parando um ou outro, agora já está sem controle, principalmente mais à noite”, afirma.

A feira da Orla Morena reúne semanalmente barracas de alimentação, artesanato e outros produtos e costuma atrair moradores de diferentes regiões da cidade nas noites de quinta-feira.

A Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) foi procurada pela reportagem do Campo Grande News, mas, até o fechamento da edição, não houve retorno.

Esse caso foi sugerido por leitor que enviou mensagem pelo canal Direto das Ruas.

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