Família pede ajuda para bebê com bronquiolite à espera de internação
Criança de dois meses está na UPA Coronel Antonino com prioridade máxima para vaga hospitalar

Uma bebê de dois meses e oito dias com bronquiolite aguarda vaga hospitalar na UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Coronel Antonino, em Campo Grande, segundo a família. O documento médico encaminhado pela mãe ao Direto das Ruas registra a solicitação na regulação desde quarta-feira (28) e indica prioridade 1, classificação que o formulário define como risco iminente de morte, com atendimento muito urgente.
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Uma bebê de dois meses e oito dias, com bronquiolite, aguarda vaga hospitalar na UPA Coronel Antonino, em Campo Grande, segundo a família. O pedido está na regulação desde quarta-feira (28), com prioridade 1, classificada como risco iminente de morte. A criança usa tubos nasais para respirar e precisa de fisioterapia respiratória. A mãe, de 31 anos, diz que o quadro piorou após atendimento inicial na UPA Tiradentes. A Sesau foi questionada sobre vaga e transferência, mas não respondeu.
A mãe, profissional da beleza de 31 anos, procurou o Campo Grande News nesta quinta-feira (29). Segundo ela, a criança utiliza pequenos tubos no nariz para ajudar na respiração.
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Família buscou atendimento inicialmente na UPA Tiradentes. “Minha filha tem apenas 2 meses e 8 dias de vida, pegou uma gripe leve, levamos ela na UPA do Tiradentes e iniciamos o tratamento, porém, a cada dia que passou, foi agravando mais ainda”, relatou a mãe.
Com a piora, a família procurou a unidade do Coronel Antonino na quarta-feira. “Ontem chegamos aqui na UPA do Coronel Antonino, que foi onde tivemos um atendimento mais humanizado. Porém, como está nesse documento que a doutora nos concedeu, a minha filha está com risco de morte pelo fato do agravo da doença”, afirmou.
Na solicitação de vaga hospitalar, a médica registra o quadro de bronquiolite e a necessidade de fisioterapia respiratória para melhora da criança. O documento traz data desta quinta-feira, às 2h07, e informa que a regulação recebeu o pedido no dia anterior.
Em resposta, a Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) informou que não fornece à imprensa informações individualizadas sobre pacientes, com base na LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais) e no direito à privacidade. A pasta afirmou que repassa informações sobre saúde, atendimento e regulação apenas ao paciente ou ao responsável legal. Não esclareceu a disponibilidade de vaga, a possibilidade de transferência nem qual hospital poderia receber a bebê.
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