Cratera que atolou caminhão de lixo agora deixa Voyage preso em rua
Motorista não conhecia as condições da via no Oliveira III e teve o veículo danificado

Cratera que deixou um caminhão de coleta de lixo atolado no sábado (17) voltou a causar transtornos no Residencial Oliveira III, em Campo Grande. Desta vez, um Volkswagen Voyage preto ficou preso no mesmo trecho da Rua Maria Carlota Giordano, esquina com a Rua Euclides de Oliveira, por volta das 17h30 desta terça-feira (20). O automóvel sofreu danos e precisou ser retirado por um guincho.
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Uma cratera na Rua Maria Carlota Giordano, esquina com a Rua Euclides de Oliveira, no Residencial Oliveira III, em Campo Grande, voltou a causar transtornos. Na terça-feira (20), por volta das 17h30, um Volkswagen Voyage ficou preso no local e precisou de guincho, três dias após um caminhão de lixo atolar no mesmo ponto. A rua não tem asfalto, e moradores relatam quedas e acidentes quando chove. Eles também temem que a erosão atinja a tubulação de água.
Segundo um morador que encaminhou as imagens ao Campo Grande News, o motorista descia a rua quando entrou no buraco. Ele não conhecia as condições da via e acabou com a parte dianteira do veículo presa na erosão.
As fotografias mostram uma das rodas dianteiras parcialmente enterrada, enquanto a frente do carro fica apoiada na terra. A rua não tem asfalto e apresenta desníveis, pedras soltas e trechos comprometidos pela água da chuva.
O problema, segundo os moradores, se agrava sempre que chove. Na reportagem de sábado, um deles relatou que carros e motocicletas já haviam enfrentado dificuldades no local, inclusive com registros de quedas.
“Carro já atolou, já teve acidente de moto, pessoas já caíram”, contou na ocasião.
Para evitar o trecho danificado, moradores passaram a utilizar uma área pública ao lado da rua. A água da chuva também arrasta terra, entulho e sujeira em direção à Avenida Prefeito Lúdio Martins Coelho, conforme os relatos anteriores.
Outra preocupação é o avanço da erosão em direção à tubulação de abastecimento de água. Os moradores temem que o rompimento dos canos cause novos transtornos às residências.