Interior

Membro do PCC é preso ao furtar picanha de supermercado e usar nome falso

O homem foi flagrado pelas câmeras de segurança e encontrado em um bar próximo ao local do crime

Por Bruna Marques | 04/05/2025 10:18


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Wanderley Marques Lopes, de 39 anos, membro do PCC (Primeiro Comando da Capital), foi preso após furtar doze peças de picanha de um supermercado e enganar os policiais utilizando nome falso. O crime ocorreu neste sábado (3), na Vila Piloto, em Três Lagoas, a 327 quilômetros de Campo Grande.

Conforme consta no boletim de ocorrência, a funcionária do supermercado flagrou pelas câmeras de segurança o momento em que Wanderley, vestindo camiseta preta, calça laranja e boné preto com detalhes brancos, furtou a carne.

Diante das imagens, a funcionária seguiu o suspeito e o avistou em um bar nas proximidades. A Polícia Militar foi acionada e, ao chegar no estabelecimento, abordou o suspeito, que a princípio se identificou com outro nome. Após consulta no sistema policial, foi constatado que o documento do homem era falso.

O homem, na verdade, se tratava de Wanderley Marques Lopes, conhecido como "Vando" ou "Wando PCC", com extensa ficha criminal por crimes como furto, roubo, receptação e evasão de custódia legal.

Durante a abordagem, o suspeito demonstrou agressividade, questionando o motivo da detenção e afirmando “não dever nada para a polícia”. Quando foi informado de que seria encaminhado à delegacia, resistiu à prisão e tentou agredir um dos policiais, sendo imobilizado e algemado. Durante o confronto, ele e um dos policiais sofreram escoriações leves.

O homem ainda ameaçou os agentes, dizendo frases como “vou f*der vocês na audiência de custódia, vou falar que vocês me bateram, aqui é PCC”. Em decorrência do estado de embriaguez, ele chegou a vomitar dentro do compartimento de presos da viatura e tentou cuspir em um dos policiais ao ser retirado.

Wanderley foi encaminhado para a DEPAC (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) junto com a funcionária do mercado, que apresentou as imagens de segurança como prova do furto. Durante consulta ao CNJ, foi identificado um mandado de prisão civil em aberto contra o suspeito.

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