Interior

Concurso de pesca movimenta participantes no Rio Paraguai

Evento recebeu cerca de 2,5 mil pessoas no sábado. Prova premiará pescadores em dinheiro

Gabriel Neris | 25/02/2018 10:24
Concurso de pesca  movimenta participantes no Rio Paraguai
Provas estão sendo realizadas no Rio Paraguai neste domingo (Fotos: Toninho Ruiz)

Pescadores esportivos participam neste domingo (25) do concurso de pesca embarcada no Rio Paraguai, em Porto Murtinho – a 431 km de Campo Grande. A competição abre a temporada de pesca, que inicia oficialmente a partir de 1º de março.

No concurso, o participante poderá embarcar, apoitar e utilizar o molinete e outros apetrechos autorizados para o pesque e solte. No final, os fiscais da prova somarão a pontuação dos concorrentes. Os vencedores serão premiados e dinheiro.

O prefeito João Delevatti (PSDB) informou que somente no sábado cerca de 2,5 mil pessoas participaram das atividades realizadas no sábado. A PMA (Polícia Militar Ambiental) também acompanha o evento, medindo, pesando e retornando os animais para a água.

“Temos a consciência da preservação do Rio Paraguai, que nos renova a cada ano trazendo mais peixes, e precisamos fazer com que o turista se sinta melhor que na casa dele. É fundamental passar isso para a população”, destacou o prefeito.

Shows também estão sendo realizados durante o evento de pesca esportiva

Os participantes ainda serão agraciados no fim do dia com apresentações musicais, conforme a programação do evento.

A modalidade pesque e solte está aberta desde o dia 1º de fevereiro no Rio Paraguai. Com a intensa movimentação de turistas, a PMA reforçou a fiscalização com foco principal na prevenção e repressão à pesca predatória durante a Piracema, quando os peixes sobem os rios em direção às cabeceiras para desovar. A proibição de captura se dá para garantir a reprodução das espécies e manter os cardumes.

Além do Pesque e Solte no rio Paraguai, a única pesca permitida durante a Piracema nos demais rios do Estado é a pesca de subsistência. Os ribeirinhos e populações tradicionais que precisam da proteína do peixe para manutenção de suas vidas podem capturar até 3 quilos ou um exemplar de qualquer peso ao dia, respeitando as medidas permitidas. Porém não podem comercializar em hipótese alguma.

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