Capital

Servidoras “não tinham o que comer”, diz defesa sobre furto de mercado

Servidoras encheram carrinho com R$ 1,9 mil em compras e pagaram só R$ 53

Por Dayene Paz | 30/04/2025 10:22
Servidoras “não tinham o que comer”, diz defesa sobre furto de mercado
Itens que golpistas compraram e fraudaram no momento do pagamento em carrinho (Foto: Divulgação/GCM)

As duas servidoras públicas, de 52 e 53 anos de idade, presas depois de encherem carrinho com R$ 1,9 mil em compras e pagarem apenas R$ 53, conseguiram liberdade provisória depois de passarem por audiência de custódia, na segunda-feira (28). Segundo a defesa de uma das autoras, elas alegaram que não tinham o que comer em casa. 

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Para a polícia, a mulher contou que é servidora pública, mas faz diárias no supermercado atacadista localizado na Avenida Costa e Silva, na Vila Olinda, em Campo Grande. 

Diante de dificuldades financeiras e sem ter o que comer em casa, pediu para uma amiga, também servidora pública, para que fosse ao supermercado e passasse a compra no caixa dela. Foi o que a amiga fez. 

No sábado (26), ela foi até o atacadista, encheu o carrinho com R$ 1.932,47 em produtos. Quando chegou ao caixa, a amiga que estava atendendo passou R$ 53,01.

A mulher saiu com o carrinho, mas depois de 10 minutos, a servidora que estava no caixa foi chamada pelos fiscais e percebeu que o golpe havia sido descoberto. As duas acabaram presas pela GCM (Guarda Civil Metropolitana) e levadas à Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Cepol, onde o caso foi registrado como furto qualificado mediante concurso de pessoas.

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