Capital

Saiba onde encontrar DIU gratuito na Capital, método com 99% de eficácia

Equipes de 26 USFs de Campo Grande estão aptas a avaliar casos e inserir dispositivo em pacientes

Por Cassia Modena | 17/07/2025 08:05
Saiba onde encontrar DIU gratuito na Capital, método com 99% de eficácia
O DIU de cobre está disponível na rede pública (Foto: Wesley Morau/Prefeitura de Teixeira de Freitas)

O DIU (Dispositivo Intrauterino) é um método contraceptivo que possui cerca de 99% de eficácia para evitar a gravidez, segundo o Ministério da Saúde. Em Campo Grande, ele está disponível gratuitamente em 26 USFs (Unidades de Saúde da Família).

RESUMO

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Veja quais: 

  • USF 26 de Agosto;
  •  USF Dona Neta; 
  •  USF Dr. Antônio Pereira (Guanandi);
  •  USF Popular; 
  •  USF Buriti;
  •  USF Silvia Regina; 
  •  USF Jardim Presidente; 
  •  USF Coronel Antonino; 
  •  USF Jockey Club; 
  •  USF Oliveira; 
  •  USF São Conrado; 
  •  USF Vila Cox; 
  •  USF Jardim Aeroporto; 
  •  USF Itamaracá; 
  •  USF Cristo Redentor; 
  •  USF Estrela Dalva; 
  •  USF Los Angeles; 
  •  USF Macaúbas; 
  •  USF Jardim Centenário; 
  •  USF Moreninhas; 
  •  USF Nova Lima; 
  •  USF Azaléia; 
  •  USF Sírio Libanês; 
  •  USF Botafogo;  
  •  USF Vila Fernanda; 
  •  USF Zé Pereira. 

A lista atualizada foi publicada nesta quarta-feira (26) pela Prefeitura de Campo Grande. 

Em 2024, foram inseridos cerca de 1,4 mil dispositivos na rede pública.

Como é - O DIU é um método contraceptivo de barreira que pode ser hormonal (com progesterona) e não hormonal (DIU de cobre). 

Na rede pública de saúde, o DIU de cobre (Tcu-380) é a opção disponível. Ele tem validade de 10 anos contados a partir da data da inserção.

Os principais critérios para passar pelo procedimento, são a paciente estar em idade fértil e não estar grávida. É necessário fazer exame para descartar uma possível gestação.

Conforme o médico da família e comunidade de Campo Grande, Cyro Mendes, outras situações que não indicam o uso do DIU são avaliadas, como sangramento uterino anormal ou alergia ao cobre, por exemplo. “O maior critério para colocação do dispositivo no SUS é a manifestação da vontade da cidadã e uma análise profissional de possíveis situações que não indicam o uso do dispositivo”, conclui. 

Como solicitar - É necessário procurar a unidade de saúde de referência da região onde mora e informar o desejo. 

Algumas USFs possuem grupos de planejamento reprodutivo e fazem a inserção dos dispositivos. Se não houver, a paciente é encaminhada para a rede especializada, onde poderá dar acompanhamento no processo. 

Implanon - O Governo Federal publicou duas resoluções que garantem a oferta do implante subdérmico para mulheres e adolescentes que buscam evitar uma gravidez indesejada, porém, há um prazo de 180 dias para que o projeto entre em vigor.

O método é considerado vantajoso em relação aos já existentes por sua longa duração. Ele age por até três anos e tem alta eficácia. 

O Ministério da Saúde estima distribuir 1,8 milhão de dispositivos para atender a todas as mulheres até 2026, sendo 500 mil ainda em 2025. O investimento será de aproximadamente R$ 245 milhões. Atualmente, o produto custa entre R$ 2 mil e R$ 4 mil no mercado.

Em Mato Grosso do Sul, o implante está disponível de forma restrita atualmente. 

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