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Corpo é encontrado em decomposição às margens de córrego no Universitário

Moradores sentiram forte odor e acionaram polícia e corpo de bombeiros; vítima ainda não foi identificada

Por Jhefferson Gamarra e Clara Farias | 01/09/2026 18:33
Corpo é encontrado em decomposição às margens de córrego no Universitário
Carro da funerária que foi chamado para recolher o corpo (Foto: Clara Farias)

Um corpo de um homem adulto foi encontrado em avançado estado de decomposição, na tarde desta terça-feira (1º), às margens do Córrego Lajeado, no Bairro Universitário, em Campo Grande. A vítima ainda não foi identificada e, devido às condições do cadáver, não foi possível determinar há quanto tempo estava na água nem apontar, inicialmente, a causa da morte.

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O corpo foi localizado no fim da Rua Ponche Verde, onde a via dá acesso a uma área de mata próxima ao córrego. Segundo a Polícia Civil, moradores acionaram as autoridades por volta das 16h30 após perceberem a presença de um corpo boiando às margens do rio.

A GCM (Guarda Civil Metropolitana) e o Corpo de Bombeiros foram chamados e, após a confirmação de que se tratava de um cadáver, a ocorrência foi encaminhada para os procedimentos de investigação e perícia.

A tenente Bruna Córdoba, do Corpo de Bombeiros, relatou que uma moradora entrou em contato com a corporação após sentir um forte odor vindo da região. Ao verificar o local, ela percebeu a presença de um homem no córrego e acionou o socorro.

Ainda de acordo com a tenente, não foi possível visualizar características que pudessem ajudar no reconhecimento da vítima devido ao estado do corpo.

O homem estava vestido com camiseta, bermuda e jaqueta. Nenhum documento de identificação foi encontrado junto ao corpo.

Fim da Rua Poncho Verde, que dá acesso a área de mata onde o corpo foi encontrado (Foto: Clara Farias)

Conforme o delegado responsável pela ocorrência, foram observados possíveis sinais de tatuagens, que poderão ajudar na identificação. No entanto, como o cadáver estava bastante escuro e em decomposição, será necessário aguardar o trabalho da perícia para verificar essas características com mais precisão.

As condições do corpo também impediram que os investigadores determinassem, no local, se havia sinais de violência. A decomposição dificultou a análise de possíveis lesões e, neste primeiro momento, não foi possível afirmar se o homem morreu de causas naturais ou se foi vítima de homicídio.

O cadáver foi levado ao IMOL (Instituto de Medicina e Odontologia Legal) onde deverá passar por exames periciais que poderão auxiliar tanto na identificação quanto na definição das circunstâncias e da causa da morte. A Polícia Civil segue investigando o caso.

 

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