Capital

Arquidiocese publica normas para realização de missas em Campo Grande

Documento assinado pelo arcebispo Dom Dimas de Lara enumera 26 determinações

Clayton Neves | 18/04/2020 20:42
Arquidiocese publica normas para realização de missas em Campo Grande
(Foto: Danielle Errobidarte) -

Após decisão da Justiça que autorizou a realização de cultos, missas e celebrações religiosas, a arquidiocese de Campo Grande emitiu documento onde pontua normas e procedimentos para realização das atividades com a presença do público em tempos de novo coronavírus. 

O documento assinado pelo arcebispo Dom Dimas de Lara enumera 26 determinações que, de início, pede que “sejam cumpridas com rigor todas as orientações advindas das autoridades sanitárias”. 

A entrada será autorizada apenas a pessoas com 12 anos ou mais e a recomendação é para que se realize maior número de missas entre às 6h e às 19h30, para que assim, aglomerações sejam evitadas. . 

Assim como determina o Município, a arquidiocese só vai autorizar reuniões obedecendo o limite máximo de 30% da capacidade normal de cada igreja, com devido controle na entrada dos fiéis, fazendo com que seja obedecido distanciamento mínimo de segurança entre cada um.

Voluntários que atuarem no controle e orientação das pessoas, deverão utilizar materiais de proteção individuais.

Confira todas as determinações clicando aqui. 

Neste sábado (18), o desembargador Paschoal Carmello Leandro, presidente do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul), acatou pedido de suspensão de segurança impetrado pela prefeitura de Campo Grande e derrubou a decisão em ação civil pública de iniciativa do MPMS (Ministério Público Estadual), que proibia a realização de atividades religiosas de qualquer natureza com a presença de público.  

“Não se pode duvidar da importância das atividades religiosas (consideradas serviços essenciais pelo Decreto Federal nº 10.282/2020), até porque neste momento de pandemia a população necessita fortalecer os seus credos, a fim de superar as graves consequências da doença, sob pena de prejuízo à saúde mental e espiritual”, escreveu Leandro. 

Veja Mais