Cidades

Em sete meses, índices de criminalidade caem em Mato Grosso do Sul

Segundo dados da Sejusp, as maiores reduções foram nos roubos seguidos de morte e nos feminicídios

Ana Paula Chuva | 09/08/2023 14:25
Em sete meses, índices de criminalidade caem em Mato Grosso do Sul
Viaturas da Polícia Civil estacionadas em frente à Delegacia-Geral (Foto: Divulgação | PCMS)

Levantamento da Sejusp (Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública) aponta que os 12 índices criminais monitorados pela pasta tiveram queda pelo terceiro mês consecutivo em Mato Grosso do Sul. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (9) e as maiores reduções foram nos roubos seguidos de morte (50%) e nos feminicídios (36%).

A análise compara o período de janeiro a julho deste ano e de 2022. Conforme o levantamento, as quedas expressivas também foram registradas nos furtos de veículos (22,3%), furtos a residências (17,9%), roubos em geral (14,2%) e roubos a comércios (12,2%). Os casos de homicídios dolosos caíram 8,3%. 

Para o titular da Sejusp, Antonio Carlos Videira, a queda é reflexo dos investimentos feitos pelo Governo do Estado tanto em equipamentos como em insumos e capacitação. 

Em Campo Grande, as maiores quedas foram nos crimes de latrocínio – roubo seguido de morte – (80%), furtos de veículos (30,5%) e furtos em residências (26,6%) e os roubos em residências (16,9%). Os feminicídios também caíram 16,7% e os homicídios, 13%. 

 “Investir nas polícias é investir na sociedade que ganha, paz, tranquilidade e segurança para suas vidas e seus bens jurídicos”, destacou o delegado-geral da Polícia Civil, Roberto Gurgel Filho

No interior dos 12 índices, 11 apresentaram queda nos primeiros sete meses do ano. A maior delas foi nos feminicídios (42,1%), seguido dos crimes de roubo de veículos (38,5%). 

Na faixa de fronteira, a queda expressiva foi nos crimes contra o patrimônio. Os roubos de veículos tiveram redução de 37,6%, roubos ao comércio de 18,4%, roubos em geral 18,2% e  roubos em vias urbanas 10,1%. Já os homicídios caíram 11,5% na região fronteiriça. 

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