Cidades

Audiência sobre projeto para hospital de MS registra recorde de público na B3

Proposta é PPP para criar prédio anexo e terceirizar serviços na unidade

Por Cassia Modena | 24/05/2025 14:08
Audiência sobre projeto para hospital de MS registra recorde de público na B3
Centro de imagem e diagnóstico que integra projeto de ampliação (Foto: Divulgação/Governo de MS)

 A audiência pública que discutiu a proposta de PPP (Parceria Público-Privada) para ampliar o prédio e terceirizar serviços do HRMS (Hospital Regional de Mato Grosso do Sul), registrou recorde de público na plataforma onde foi realizada, o site TVB3, da bolsa de valores B3.

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Ela foi assistida por 266 pessoas na última quarta-feira (21). O recorde foi confirmado pela Bolsa de Valores e divulgado pelo Governo de Mato Grosso do Sul, que promoveu o evento de forma 100% online.

O secretário estadual de Saúde, Maurício Simões, participou e defendeu a proposta. “Temos a convicção que o Hospital Regional de Mato Grosso do Sul do presente, que foi pensado no passado de trinta anos atrás, merece agora um novo futuro. Um planejamento para as novas gerações e é esse projeto que nós queremos apresentar”, disse.

A apresentação feita durante a audiência pode ser conferida aqui. O público fez perguntas e apresentou dúvidas sobre o projeto, que serão respondidas em até 30 dias contados a partir da data da audiência.

Até 1º de junho serão aceitos questionamentos. Eles podem ser feitos no formulário disponível em epe.segov.ms.gov.br e enviados para o e-mail epe@segov.ms.gov.br.

O edital de licitação da PPP está previsto para ser lançado em agosto e o leilão, para dezembro de 2025.

Proposta - Segundo projeto do Governo de Mato Grosso do Sul, está prevista a concessão administrativa de diversos serviços à empresa contratada por 30 anos, que inclui a construção do prédio anexo à sede do hospital, mediante pagamento estimado em R$ 5,6 bilhões dos cofres estaduais.

Atual prédio do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (Foto: Osmar Veiga/Arquivo)

Os principais serviços serão: 

  • Limpeza hospitalar; 
  • Coleta, tratamento e disposição de resíduos sólidos; 
  • Manutenção e conservação de jardins; 
  • Recepção, vigilância, portaria e estacionamento; 
  • Serviços de arquivo médico e estatística, além de faturamento; 
  • Transporte de pacientes (interno e externo) e administrativo; 
  • Necrotério; Lavanderia e rouparia; 
  • Logística hospitalar (almoxarifado e farmácia); 
  • CME (Central de Material Esterilizado); 
  • Nutrição e dietética; 
  • Engenharia Clínica; 
  • Manutenção predial; 
  • Apoio operacional ao SAD (Serviço de Atendimento Domiciliar); 
  • Insumos hospitalares: materiais, medicamentos, órteses, próteses e materiais especiais, nutrição enteral e parenteral e kits reagentes de análises clínicas com locação de equipamentos analisadores; 
  • Gases medicinais; Utilidades: água, esgoto, energia elétrica, gás de cozinha, internet e telefonia; 
  • Tecnologia da Informação e Comunicação.

O governo defende que a terceirização trará expansão do acesso à saúde; deixará o Poder Público focado em administrar os serviços assistenciais; permitirá a ampliação de atendimentos e internações; vai simplificar a contratação de serviços; e melhorar a qualidade dos serviços prestados. 

O resumo do projeto está disponível neste link.

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